(81) 3224-9077

A Associação

ACP/PE Presença marcante no desenvolvimento de Pernambuco

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ACP/PE – Associação Comercial e Empresarial de Pernambuco

Fundada em 18 de junho de 1839, como fundadores um total de 26 pessoas. Que passaram a se reunir no Estabelecimento Mercantil dos Negociantes, que tinham suas atividades no Recife Antigo. No dia 1 de agosto solenemente, instalou-se ASSOCIAÇÃO e foi eleito o primeiro presidente da entidade, José Ramos de Oliveira e sua diretoria (1839 a 1846).

Nos primeiros anos de vida da corporação, o seu principal problema foi o dos obras, o do movimento e dos serviços relacionados co o Porto do Recife. Em setembro de 1841 já solicitou do inspetor da Alfândega um projeto que regulamentasse os trabalhos de pilotagem dos navios. Foi a ASSOCIAÇÃO que pediu ao governo providências sobre a dragagem da barra, quem cuidou de traduzir, em francês em inglês, o regulamento portuário; quem discutiu a tabela de fretes de carga e descarga; quem finalmente reclamou a falta e armazéns cobertos, contra o estado precário do Cais da Alfândega e contra o rigos das medidas de quarentena. Desde a sua fundação, lutou pela melhoria do Porto do Recife, e viu seu sonho realizado em 1909, com a inauguração das obras pelo governo do país.

A entidade nunca foi nem será omissa. Pleiteia e luta junto aos governos Federal, Estadual e Municipal para que as coisas sempre se façam e venham acontecer.

PRESTÍGIO CONSOLIDADO AO LONGO DOS ANOS

A ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE PERNAMBUCO goza de prestígio desde a sua fundação, chegando a receber a visita do Imperador D. pedro II, para o qual a ASSOCIAÇÃO ofereceu um navio destinado a transportar para capital do Império as forças iriam lutar contra o Paraguai. Ela foi testemunha de grandes acontecimentos históricos do estado e do país. Assistiu a Proclamação da República e as duas Grandes Guerras Mundiais. Noutros momentos, teve participação direta, como a Fundação da Junta Comercial e da Bolsa de Valores.

Com a renovação do Bairro do recife, proveniente das obras de melhoramento do Porto, os associados decidiram adquirir uma área para a construção a nova sede. Em 1913, iniciou-se a construção do edifpicio ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE PERNAMBUCO, que foi inaugurada em 1915. A sua fachada foi erguida voltada para o mar, em frente ao Marco Zero. A escadaria do do prédio e os vitrais do hal central vieram da Inglaterra e neles estão desenhados alegrias à Cana-de-Açúcar, ao Café, ao Cacau, ao Algodão, ao Fumo e a Borracha, além de outras mercadorias responsáveis pelo crescimento econômico da época.

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIA DE PERNAMBUCO, sempre preocupou-se com a eficiência e qualidade dos grandes setores: o rodoviário, o ferroviários, o marítimo, o aéreo e a assistência social, levando o órgão a consolidar seu prestígio em toda a sociedade. A entidade é de Utilidade Pública Federal pela Lei Federal º 3239 de 10 de janeiro de 1910, sancionada pelo Presidente da República.

A ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIA DE PERNAMBUCO, sempre lutou pelos ideiais da democracia. Nos Movimentos Grevistas está a postos para uma intervenção conciliatória, mantendo um espírito de harmonia. Mas, também foi enérgica, quado necessária. Na décdade de 50, as classes produtoras do estado foram surpreendidas com um projeto de Código Tributário, que funcionária, decerto, como m fator de estrangulamento do processo econômico. Ela liderou a revolta contra o Projeto. O então Presidente, Oscar Amorim e os Diretores, junto com o Centro das Indústrias, realizaram o fechamento total do comércio do Recife, tendo apoio das classes operárias.
Durante a gestão do Governador Eraldo Gueiros, o mesmo trouxe para a ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE PERNAMBUCO a planta da praia de SUAPE. A ideia de construir um novo Poto no Estado para os navios de grande calado é logo absolvido pelo e sus diretoria, que não mediram esforços para exigir do Governo Federal a inclusão no orçamento da União para o Porto de SUAPE e as condições de suas obras.

INCENTIVADORA DO POLO MÉDICO DE REVITALIZAÇÃO DO RECIFE ANTIGO

Na sua história mais recente, a ASSOCIAÇÃO foi pioneira no incentivo para formação de um Pólo Médico Científico de Alta Tecnologia no Recife, tendo como base a tradição que possui na prestação de serviços na área médica.

Contribuiu para o Plano de Trabalho do Grupo de Revitalização do Bairro do Recife. O que levou o Prefeito obeto Magalhães a instalar a Agência de Desenvolvimento da Ilha do Recife (AD-Ilha do Recife) no Salão Nobre da ASSOCIAÇÃO no dia 20 de março de 1997.

A história da ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE PERNAMBUCO é, desse modo, a história de Pernambuco, a história do Nordeste e a história da própria Nação.

TRADIÇÃO DO EMPRESARIADO PERNAMBUCANO

A ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE PERNAMBUCO tem uma trajetória que se confunde com a própria história de desenvolvimento do nosso Estado. É a primeira entidade de classe e a segunda mais antiga do País, precedida apenas pela do Rio de Janeiro. Desde a sua fundação, a AP é presença marcante na vida econômica do Estado e do País, assim nas atividades político-sociais.

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE PERNAMBUCO
Rua Rio Branco, 18, Recife/PE – Brasil, CEP. 50030-320
Fone: (81) 3224 9077 / 3224 6713
Email: diretoria@acppe.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/ACP1839
Site: http://www.acppe.com.br/
Instagran: acp1839

Realizações

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Os serviços prestados pela Associação à cidade do Recife também foram relevantes. No calçamento da cidade, foi a Associação Comercial que, através de seu então presidente, Manuel Gonçalves da Silva Pinto, mobilizou-se em apoio ao prefeito Lima Castro para, em 1920, calçar os primeiros 173.630 metros quadrados do perímetro urbano (aproximadamente 20Km de ruas).

As enérgicas reivindicações à Great Western para resolver as questões do escoamento terrestres das safras, o empenho na inauguração do porto, na fundação da Bolsa de Mercadorias, na criação do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários, na normatização do horário do comércio, na questão dos fretes, na luta permanente contra os impostos absurdos. Em tudo isso estava presente a ACP.

Uma das lutas memoráveis, sob liderança do então presidente, Oscar Amorim, foi contra o projeto do Código Tributário Estadual do governador Cordeiro de Farias, que elevava enormemente a carga tributária. A ACP encetou movimento para a não aprovação do projeto, conseguindo que o comércio e a indústria fechassem durante uma semana e que o governo recuasse. Do desfecho desse embate, nasceu, na Associação Comercial de Pernambuco, a vitoriosa candidatura do Dr. Cid Sampaio ao Governo do Estado.

A ACP levou cultura e comércio local para o exterior. Esteve presente nas exposições da Filadélfia, em 1875; de Amsterdam, em 1883; da Antuérpia, em 1885; de São Luís, em 1904; de Bruxelas; Londres; Paris e Turim, onde o Júri concedeu-lhe o grande prêmio.

Entre seus feitos, a Associação ajudou a concretizar projetos importantes, além de participar ativamente de atos relevantes de iniciativa dos poderes executivos do Estado e da Capital.

Nas décadas de 20, 30 e 40, os “Relatórios da Associação Comercial” eram fonte primária para os estudos da Produção do Estado de Pernambuco e do Nordeste.

Outro acontecimento significativo que marca o leque de realizações da Associação Comercial de Pernambuco foi a efetivação, no Recife, em setembro de 1959, da III Conferência do Comércio Exterior, importante reunião, que contou com cerca de 200 participantes, caracterizada pelo amplo debate sobre temas fundamentais, sobretudo os diretamente vinculados ao problema do comércio exterior.

Foi da ACP que saíram as idéias dos Pólos Médico e Digital do Recife, além de outras grandes iniciativas e ações promovidas. Houve também a criação do Fórum ACP de Desenvolvimento Econômico - para o qual foram trazidos palestrantes especialistas no tema-e o lançamento da EXPORTA/PE, em 2007.

Representação e Legitimidade

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Atualmente a ACP tem representante em vários órgãos, entre eles:

01 - Câmara Estadual do Comércio de Bens e Serviços – CECOM
02 - Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social de Pernambuco - CEDES
03 - Conselho Estadual de Politica Industrial e de Serviços - CONDIC
04 - Conselho de Autoridades Portuária - CAP
05 - Conselho de Autoridades Portuária - CAP/SUAPE
06 - Conselho de Controle Urbanístico - CCU da PCR
07 - Conselho de Desenvolvimento Urbano - CDU da PCR
08 - Conselho de Meio-Ambiente - COMAM da PCR
09 - Conselho Municipal de Transporte e Transito - CMTT
10 - Conselho de Recursos Fiscais da - PCR
11 - Fundação Odontologica Presidente Castelo Branco - Faculdade de Odontologia do Recife - FOPCB/FOR
12 - Junta de Administração de Recursos de Infração – JARI da PCR
13 - Junta Comercial do Estado de Pernambuco - JUCEPE
14 - Universidade de Pernambuco - UPE
15 - Universidade Federal de Pernambuco - UFPE
16 - Academia Pernambucana de Ciência Agronômica - APCA
17 - Conselho de Consumidores de Energia Elétrica do Estado de Pernambuco
18 - Fórum Municipal das Microempresas, Empresas de Pequeno Porte e do Empreendedor Individual do Recife
19 - Conselho de Curador do Fundo de Revitalização do Bairro do Recife

Diretoria

Luiz Alberto Carneiro
Presidente -
- José Ubiracy Silva
1º Vice-presidente
- Maria de Lourdes Correa de Araújo
2º Vice-presidente
- Otavio Moraes
3º Vice-presidente
- Paulo César Cavalcanti Pugliesi
4º Vice-presidente
- Marcus Maimone Pereira Ramos
5º Vice-presidente
- Geraldo Costa
6º Vice-presidente
- Iuri Maia Leite
7º Vice-presidente
- Edgar José Mesquita da Fonte
8º Vice-presidente
- Adalberto Arruda Silva
1º Secretário
- Katharinny Bione
2º Secretário
- Antônio Jacarandá Gaspar De Oliveira
1º Tesoureiro
-Bartolomeu Julio Barbosa
2º Tesoureiro
- Ana Paula Bernardes
Diretor(a) de Comunicação
- Célia Batista
Diretor(a) de Desenvolvimento do Quadro Social
- Carlos Banho Moura
Diretor de Patrimônio
- Avani Muniz de Araújo
Diretor(a) de Relações Corporativas
- Antonio Fabrício Guedes Alcoforado Filho
Diretor Jurídico
- Elijah Campelo
Procurador Jurídico

Conselho

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ADROALDO DE SENA CARNEIRO
ALEXANDRE JOSÉ F DOS SANTOS
AMÉRICO DA CUNHA PEREIRA
CARLA BENSOUSSAN
CLAUDIO JOSÉ DE SÁ LEITÃO
DANIEL FERREIRA RODRIGUES
EDUARDO AMORIM DE LEMOS
EDUARDO GOMES DE ARAÚJO
EDUARDO DE QUEIROZ MONTEIRO
EDUARDO MELO CATÃO
EDUARDO PONTES
EUGENIO OLIVEIRA MELLO
EVANDRO BARROS DE CARVALHO
FÁBIO MENESES
FERNANDO MACIEL DE MORAES
FERNANDO MELO CATÃO
FERNANDO VALENTE LEAL
FRANCISCO DE JESUS PENHA
GABRIEL COSTA BACELAR
GERALDO GOMES DE MATTOS FILHO
GUILHERME FERREIRA COSTA
GUSTAVO KRAUSE
ISAIS CARNEIRO NETO
JAMERSON DE SANTANA REIS
JOAQUIM FRANCISCO DE F. CAVALCANTE
JORGE LOBO MENDONÇA
JORGE WICKS CÔRTE REAL
JOSÉ ARAÚJO NETO
JOSÉ DE BRITTO E SILVA JUNIOR
JOSÉ GOMES CASIMIRO
JOSÉ LUIZ TORRES
JOSIAS INOJOSA FILHO
JOSIAS SILVA ALBUQUERQUE
JOZICLEIDE LOPES MONTEIRO
LAÊMIA GONDIM
LEONARDO GONÇALVES
LUIZ ANTONIO M. MONTENEGRO
MANOEL C FERREIRA DA S JUNIOR
MARCOS JOSÉ MOURA DUBEUX
NELCY DA SILVA CAMPOS FILHO
RAFAEL PETRIBU
RANIER MICHEL
RAYMUNDO LUIZ C DA FONTE
RENATO AUGUSTO PONTES CUNHA
RICARDO ALMEIDA
RODRIGO DE ALBUQUERQUE E MELLO
SERGIO DANTAS
SEVERINO CAVALCANTI QUEIROZ FILHO
THALES DE TARSO
THIAGO CARNEIRO

Comissões

Comissão Fiscal

Efetivos:
João Mario Pinto de Albuquerque M.
Julho Crucho Cunha
Roberto da Silveira Figueiredo
Suplentes:
Genario da Silva Guedes
João Luiz Pereira Borba
Gilberto Fernandes da Cunha

Comissão Arbitral

Mauricio de Queiroz Galvão
Armênio Ferreira Diogo
Eudes de Souza Leão Pinto
João Carlos Paes Mendonça
Paulo Fernando Carneiro da Silva
Sebastão Barreto Campelo
Leonardo Valadares de Sá Barreto Sampaio
Pio Guerra